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Instituto Bruno marca presença com a divulgação dos 200 anos de Louis Braille Quem visitou a tenda do Instituto Bruno no sábado passado se interessou pela escrita braile, e ficou sabendo que ela não beneficia apenas os cegos, mas os surdocegos também."É fácil, é só estudar", explica Raquel da Silva Costa, 22, professora de braile do Instituto Bruno. Ela é quem explicava a todos os curiosos sobre como cada conjunto de pontos em relevo formava uma letra. "Ler é o mais difícil, pois precisamos ter sensibilidade nos dedos", diz Ednaldo César Monteiro, 30, também múltiplo deficiente, que auxiliou Raquel na escrita dos nomes dos visitantes em braile para presenteá-los.
EM BRAILE Como parte das comemorações do bicentenário do braile, sistema de leitura para cegos, o Instituto Bruno monta uma tenda, amanhã, em frente ao Cine-Theatro Central, onde demonstra a superação da pessoa com deficiência visual.
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