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25 de novembro de 2016

Literatura para o surdocego

No último dia 21, o Instituto Bruno teve o prazer de sediar a primeira palestra literária para surdocegos em comemoração ao Novembro Branco e Vermelho, mediada pela coordenadora do Instituto, Maria do Carmo Vianna, mestre em orientação familiar, especialista na área da pessoa com deficiência. A gestora do Instituto Bruno expôs sobre o avanço tecnológico para que os surdocegos tenham acesso à literatura com mais facilidade. Lembrou também que o Instituto Bruno está capacitando os surdocegos atendidos para usar a "linha braile" que permite a comunicação através de um computador.
A surdocegueira é uma condição única, pela qual a pessoa tem perdas visuais e auditivas concomitantes e em diferentes graus, criando necessidade de comunicação por meio de diversas formas e serviços para orientação e mobilidade, garantindo a autonomia, independência e acessibilidade a informações. A campanha de reconhecimento nacional da surdocegueira como uma condição única possui as cores branco e vermelho para identificação em nível internacional da pessoa surdocega.
Os conselhos, ONG's e convidados, presentes à palestra, ficaram admirados com a história de Juiz de Fora narrada pelas escritoras Leila Maria Fonseca Barbosa e Marisa Timponi Pereira
Rodrigues, professoras aposentadas do Departamento de Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora, membros da Academia Juiz-Forana de Letras, fundadoras do Centro de Estudos Murilo Mendes, hoje, Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM) da Universidade Federal de Juiz de Fora. No final da palestra as escritoras, generosamente, doaram alguns exemplares do livro Um olhar poético sobre Juiz de Fora para o Instituto Bruno em agradecimento pela acolhida. Em seguida, foi aberta a sessão para perguntas e um pai, cujo filho é atendido pelo Instituto Bruno, lembrou emocionado do passado e ressaltou a importância de aulas de história da cidade nas escolas públicas e particulares de Juiz de Fora.
Os surdocegos que prestigiaram o evento: Elson Calixto, Elciane Calixto, Adriana Martins, Célia Ribeiro, com ajuda de intérpretes voluntários, quando perguntados sobre a palestra, recordaram, com detalhes, dos pontos turísticos como: parque Halfeld, Morro do Cristo, Rio Paraibuna entre outros. Mostraram, para todos, que é possível dar-se aos surdocegos acesso à literatura. Basta apenas ter pessoas, como as escritoras, que se dispuseram a revelar o mundo mágico da literatura.

 

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